Os criadores de conteúdo continuaram, mas passaram a organizar melhor o que tinham nas mãos. Nem todo mundo quer abrir uma empresa. Quem quer longevidade precisa pensar no que está construindo de verdade.
Imagina o quanto a galera hoje com mais de 1 milhão de seguidores, e que tá nem aí para a sua audiência, pode faturar. Parece que esse recado o mercado de influência percebeu rápido, mas aí eles estão forçando, do pior jeito possível.
Mais uma vez, proibir não é o ideal, já que as pessoas podem burlar essa regra. Porém, diante da ineficiência das plataformas em promover um ambiente digital mais seguro, talvez esse seja um caminho melhor do que não fazer nada.
Pequenos creators, grandes negócios. As blogueiras de make se transformaram em empresas lucrativas. Elas entenderam como usar a audiência pra monetizar seus projetos e voaram alto. Se você ainda não sabe por onde começar, vem conferir agora o textão do dia.
A Globo não vai transmitir todos os jogos da Copa do Mundo de 2026. Mas a verdadeira disputa não é apenas pelo futebol. O que está em jogo é o futuro da mídia esportiva brasileira.