E se a gente só fizer algumas coisas sem pensar em comprar nada? Parece que a vida se resume a pular anúncios. Se irrita, não é marketing? A publicidade perdeu o caminho do seu rumo?
Não tem saída fácil, nem resposta certa. Mas não dá pra ignorar que a geração mais famosa, mais rica e mais seguida da história da seleção brasileira de futebol é também, a mesma que ficou sem ganhar nada. Qual o motivo disso?
Criadores deixam de ser uma mídia pontual e viram vínculo recorrente. Audiência cobra ética, posicionamento e transparência. Criança não é mídia, aposta não é entretenimento e o impacto do que se comunica importa. Vamos falar sobre.
Nem tudo está perdido, mas aí entra o luxo que tem uma consequência política direta: como um eleitorado incapaz de formar a sua própria opinião e checar os fatos, vira presa fácil para teorias da conspiração e as ideias malucas.
Uma faísca que mantém a chama acesa, um problema e uma urgência interna de agir. O que diferencia tanto quem fica no campo das ideias de quem constrói não é a genialidade. Esse é o primeiro movimento. Como todo negócio nasce.