“Quem não é visto não é lembrado”, dizem. Mas tem quem jamais será esquecido. O marketing de influência está sendo visto cada vez menos como “aposta” e assumindo seu protagonismo.
Em vez de colocar a própria imagem na vitrine, cade vez mais aparecem perfis que fazem da sua ideia a protagonista do conteúdo. Mudança essa que levanta as reflexões essenciais: sobre como esse modelo desafia toda a nossa energia.
De uma perspectiva puramente técnica, a vida é dura e desafiadora até mesmo para as pessoas com qualidade de vida saudável. Todo aquele conhecimento que acarreta o acúmulo e não muda nenhum comportamento é inútil.
A proibição do uso de aparelhos celulares em ambientes de ensino é uma tendência em vários países, incluindo o Brasil. Se a medida causou um espanto geral no seu começo, parece que todo mundo tá (re)descobrindo como aprender.
O consumo hoje é moldado por narrativas, pertencimento e confiança, não campanhas frias e distantes dos consumidores. Nessas, os bons criadores de conteúdo estão ocupando um território que marcas gigantes deixam escapar.