No fundo, enriquecer é muito menos sorte do que parece — e mais probabilidade. O problema maior é que as pessoas não gostam de pensar em riqueza como cálculo. Elas preferem pensar como se fosse fruto total do destino aleatório.
Quando o Instagram lançou o formato reels, tem gente que torceu o nariz. Mas hoje não vive sem 40 minutos diários de rolar o feed. Não importa o formato, o lance é marcar presença. Em todo lugar, ao mesmo tempo. Pega a visão. Pra cima!
“Quem não é visto não é lembrado”, dizem. Mas tem quem jamais será esquecido. O marketing de influência está sendo visto cada vez menos como “aposta” e assumindo seu protagonismo.
Em vez de colocar a própria imagem na vitrine, cade vez mais aparecem perfis que fazem da sua ideia a protagonista do conteúdo. Mudança essa que levanta as reflexões essenciais: sobre como esse modelo desafia toda a nossa energia.
De uma perspectiva puramente técnica, a vida é dura e desafiadora até mesmo para as pessoas com qualidade de vida saudável. Todo aquele conhecimento que acarreta o acúmulo e não muda nenhum comportamento é inútil.