Existe um princípio narrativo simples: o segundo ato pertence ao vilão. Mas o que isso quer dizer? Na prática a história deve ser dominada pelas ações do antagonista. O herói reage, sofre e é pressionado até seu limite. Essa pressão é o que dá energia e mantém o espectador engajado.
A IA vai evoluir de qualquer forma mesmo. Agora a pergunta é: você também vai evoluir junto ou vai tentar recuperar depois, pagando com tempo, estresse e dinheiro? Hoje essa é a sua chance de escolher o caminho primeiro.
A Globo tentou inovar e acabou mostrando por que não basta apertar um botão apenas. Hoje, quem domina IA tem uma enorme vantagem. Produz mais rápido, com mais qualidade e por um custo infinitamente menor. Mas quem não, corre o risco de repetir os erros de sempre.
O poder da imaginação e a vontade de fazer acontecer. Mas, além de mais uma novidade: o lançamento de um novo módulo sobre I.A. E pra te convencer que vale mesmo a pena, spoilers (de verdade) pra te dar um gostinho. Bora lá?
Quando for escrever o seu vilão, lembre-se muito bem de que ele nem sempre precisa ser aquele antagonista. Ele pode ser exatamente o que o seu personagem precisa. No fundo, se ele mais ajuda do que atrapalha, vira obra de arte.