O mesmo papo.
Pode ficar a vontade.
Vira a página, troca o disco.
Na semana passada nós falamos sobre ROI e aí você me pergunta: "de novo você vai falar sobre isso?" E a resposta é SIM porque 2025 tá rumando pro final e a gente não quer que você entre em mais um ano achando que é apenas um teste.
Muitas marcas ainda operam no esquemão tradicional, mas o mundo mudou demais, o consumo se reinventa em pouquíssimo tempo e a Creator Economy de hoje não é mais a da pandemia, quando explodiu no mundo inteiro.
Também tem Gen Z na pauta também, óbvio. Representação estagiárica? (é, assumo: tem vezes que a Gen Z inventa muita moda mesmo. Bora?
Se você bora, eu boro! ;)
O marketing de influência está sendo visto cada vez menos como uma “aposta” e assumindo lugar de protagonismo na estratégia das marcas.
Os números carimbam o que a gente já sentia na prática: 2025 é o ano em que a influência vira regra do jogo.
Segundo a sexta edição da pesquisa ROI & Influência, feita pela YOUPIX, em parceria com a Nielsen, 57% das marcas brasileiras planejam aumentar seus investimentos no setor. Entre as que já colocam mais de R$ 1,5 milhão por ano, 65% querem subir ainda mais a régua.
O Meio & Mensagem destrinchou dados da nossa pesquisa e explicou como o efeito ROI só aparece quando a marca entende o papel do creator, colocando esse player como uma ponte para a sua comunidade.
A pesquisa mostra uma relação direta entre nível de investimento e eficiência, e é fácil entender o porquê: quem coloca os creators na linha de frente da estratégia tem campanhas que são lembradas, conversadas e que convertem.
A chave do sucesso, como a pesquisa aponta - e o mercado parece finalmente ter entendido - está na cocriação (marca + creator), valorização da autenticidade do creator e mensuração (é justamente nessa parte que muita marca, por não saber como agir, acaba desistindo de uma ferramenta importante do marketing digital).
Aqui vale lançar uma cagação de regra sensata: os creators são hoje os únicos capazes de traduzir mensagens complexas sem parecer panfleto. Tamo mentindo?
70% das marcas já enxergam que usar o creator pra amplificar a mensagem e acessar novas audiências faz sentido. Afinal, quem vive dentro da comunidade sabe como ela respira.
E a gente sabe que autenticidade é o filtro básico da internet em 2025. Não adianta um briefing engessado travar o creator, porque a audiência saca na hora.
Talvez por isso, 83% das marcas já deixem os creators liderarem o processo criativo. E isso não é luxo, é lógica.
Se você contrata alguém justamente pela conexão que tem, por que sufocar o artista?
Mas o calo do mercado quando o assunto é marketing de influência segue sendo a mensuração.
Muitas marcas ainda se sentem receosas de se aventurar neste segmento por não saberem medir ou comprovar os resultados no final da campanha.
Porque nem tudo é mais sobre números, sabe? Se ainda fosse, só blogueiras com mais de 1 milhão de seguidores entregariam resultados.
E, na prática, a gente sabe que tem muito creator que mal chegou nos 50k e tá deixando um monte de marca muito satisfeita!
Assim um cresce com o apoio do outro - afinal, assim funciona a cocriação - e toda a Creator Economy sente essa maré alta.

Outro dado interessante 👀
Sabe o que me irrita no digital?
Essa palhaçada de que pra vender você precisa parecer que vive numa novela.
Casa sempre arrumada, carrão na garagem, viagens de luxo, blazer alinhado, batom vermelho impecável… E um feed no Instagram cheio de “vida perfeita”, que não existe pra 99% das pessoas.
Veja bem, quem é que tem uma casa tão perfeita, sem uma baguncinha, um brinquedo esparramado, um sofá manchado de molho?
Isso não é marketing.
É teatro barato.
E o pior: tem muita gente boa de verdade, profissionais incríveis no offline, desistindo do digital porque acham que só dá certo se for assim.
É mentira.
A verdade é que.
Não é sobre encenação, é sobre estratégia.
O YouTube voltou a ganhar espaço no orçamento das marcas (crescimento de 8% em comparação com o ano passado).
Isso mostra que o mercado tá entendendo que não é só de vídeos de 15 segundos que se constrói narrativa (e às vezes nem 3 minutos).
Storytelling longo voltando a ser um ativo estratégico.
Mais uma vez, pesquisas recentes mostram que investir em creators funciona, mas só se a marca respeitar o jogo da autenticidade. ROI não é sobre clique, mas sobre impacto.
👉 Não é sobre postar ostentação, é sobre mostrar o que você sabe;
👉 Não é sobre ter milhões de seguidores, é sobre atrair os clientes certos;
👉 Não é sobre parecer rico, é sobre ser reconhecido e bem pago mantendo a sua autenticidade.
Tudo isso sem mansão em Dubai, sem carrão de luxo, sem narrativas forçadas. Só com estratégia, consistência e verdade.
“Quem não é visto não é lembrado”, dizem.
Mas tem quem jamais será esquecido.
Se foi sucesso, vale repeteco, né?
Esse texto foi inspirado na News #21 do YOUPIX we ♥ creators. Para aprofundar os assuntos da Creator Economy, corre pro @instayoupix e receba, em primeira mão, o olhar da Rafa Lotto e de todo o time da YPX :)
Para ouvir minha nova playlist: clique aqui.